Brasil X Venezuela

Essa simulação surgiu apedido de nossos amigos do
fórum DefesaBR. No caso, se discutia qual caça embarcado
o Brasil teria condições de comprar e operar, já que nem a FAB tem conseguido
comprar caças novos. Na lista de opções avaliou-se que o A-7 Corsair II poderia
ser um bom candidato a modernização.
Com o dobro de capacidade que o A-4K, atualmente em
uso, e com espaço para receber um radar maior, ele poderia vir ser um bom vetor
a ser adquirido e modernizado pela Marinha do Brasil, utilizando mísseis
russos, israelenses e sul-africanos, estaria dentro das atuais condições
financeiras reinantes no país.
Para simular o seu emprego pelo Brasil, precisávamos
de uma situação em que fosse possível criar um ambiente o mais próximo possível
de um evento real. Aproveitando o anúncio de compras de jatos Su-30 Flanker pela
Venezuela, resolvemos criar uma situação envolvendo os dois países.
Pela primeira vez o RedTeam e os BSS irão trabalhar
em duas simulações simultâneas.
Para este exercício estamos considerando basicamente
a atual situação das forças armadas dos dois países, alterando-se:
Pela Venezuela: Os primeiros 24 Su-30 já recebidos e operacionais, com
mísseis russos. Mísseis Barak III já operacionais. Todas as 3 lanchas da classe
Constitucion seriam passadas para o padrão Federacion.
Pelo Brasil: 24 A-7 modernizados e 4 R-3 Viking (S-3 Viking
Para testar mais a capacidade brasileira, incluímos,
a partir da GI No.
Toda a história criada para esta simulação serve
apenas para termos um ambiente favorável a simulação. Não se trata de nenhuma
manifestação contra os países envolvidos, que possuem uma longa história de
amizade. Não citaremos nomes de autoridades, mas nos referiremos sempre de modo
genérico. Trata-se apenas de uma simulação da validade do uso dos A-7
modernizados.
Acompanhe pelo informativo
Após começarmos os preparativos para esta simulação,
surge uma notícia que mostra que, às vezes, a realidade segue a ficção:
O Globo: Chávez:
Caracas defenderá governo Morales
Bolívia
enfrenta greves em meio a rumores de golpe
CARACAS. O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, disse ontem que Caracas
responderá a agressões externas ou internas contra o governo boliviano de seu
aliado Evo Morales. O presidente da Bolívia enfrenta vários conflitos sociais e
políticos em meio a rumores de golpe de Estado.
- Alertamos: a Venezuela não ficará de braços cruzados se o governo da
Bolívia e o povo da Bolívia forem agredidos externamente ou internamente -
afirmou Chávez, sem especificar, no entanto, que medidas tomaria.
Se
Morales cair, a culpa é de Bush, diz Chávez
O presidente da Venezuela afirmou que "uma oligarquia apátrida,
setores muito poderosos e a embaixada dos Estados Unidos" estão em busca
de militares golpistas na Bolívia. Chávez disse ainda que não reconhecerá
nenhum governo que surja de "um movimento insurrecional".
Chávez afirmou que existe um plano para derrubar Morales e afirmou que,
se isso acontecer, a culpa será do presidente americano, George W. Bush.
- Denuncio perante o mundo que se algo acontecer a nosso irmão Evo
Morales, o responsável é o presidente dos Estados Unidos, que é o agressor dos
nossos povos - disse Chávez.
A mídia internacional e local publicou recentemente notícias sobre uma
possível insurreição militar na Bolívia, que enfrenta greves em diversos
setores.