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2º/1º GAvCa Homenageia Herói Assassinado  

O comando do 2º/1º GAvCa - Esquadrão Pif-paf – apresenta suas homenagens ao Tenente Aviador Ricardo Kirk, morto em cumprimento do dever, enquanto realiza uma missão de escolta a um ataque à Base Área Venezuelana em Esmeraldas. O ataque que encontra-se em execução neste exato momento, encontrou oposição de aviões de interceptação SU-30 Flanker de fabricação Russa, operados pela Força Aérea Venezuelana. Os combates entre as escoltas e os aviões Russos, mais avançados tecnologicamente, foram acirrados, com diversos mísseis ar-ar disparados por ambos os lados. Porém, a competência e habilidade se mostraram superiores à tecnologia, resultado na derrubada de um Flanker Venezuelano e a retirada de outro.

Neste combate o Tenente Kirk veio a encontrar a morte, porém garantindo uma vitória tática, com o abate de uma aeronave Venezuelana e a fuga do outro interceptador, permitindo assim que o restante do esquadrão mantivesse a missão de destruir a Base Venezuelana em Esmeraldas.

O Segundo Esquadrão do Primeiro Grupo de Aviação de Caça (2º/1º GAvCa) tem suas origens no Segundo Grupo de Aviação de Caça (2º GAvCa), criado pelo Decreto nº 6.796, de 17 de agosto de 1944, na Base de Natal, Rio Grande do Norte. Posteriormente o 2º GAvCa foi transferido para a Base Aérea de Santa Cruz em 5 de outubro de 1944, pelo Decreto-Lei nº 6.926, passando a integrar o 1º Regimento de Aviação (1º RAv). Nessa época, era equipado com aviões Curtiss P-40 Warhawk nas versões E, K, M e N. 

Com o regresso do 1º Grupo de Aviação de Caça (1º GAvCa), em setembro de 1945, a unidade teve seu comando substituído por oficiais veteranos da Campanha da Itália. Em novembro, passou a utilizar os Republic P-47 Thunderbolt, nas versões D-25, D-27, D-28 e D-30, vindos da Europa, tendo os seus Curtiss P-40 transferidos para o 3º RAv, sediado em Porto Alegre, onde equiparam o 3º GavCa e o 4º GAvCa. O nome do esquadrão surgiu na década de 40, por causa de um jogo de cartas chamado pif-paf, muito popular entre os pilotos e usado como distração nos casinos de oficiais. Como conseqüência imediata, foram adotados os quatro naipes para identificar as quatro esquadrilhas: ouros, paus, copas e espadas. 

Em março de 1946 o 2º GavCa passou a ser responsável pela formação dos pilotos de caça da Força Aérea Brasileira, através do recém implantado ESPC (Estágio de Seleção de Pilotos de Caça), acrescentando os North American T-6 Texan ao seu acervo. Nessas missões, o código-rádio era Pacau, hoje utilizado pelo 1º/4º Gav.

Desde o começo das hostilidades, o 2º GavCa vem operando de Manaus, com aeronaves F-5BR modernizadas e equipadas com mísseis ar-ar Derby. Nestes combates, além de operar em missões paralelas com o 1º/1º GAvCa, o Esquadrão Pif-paf conta com o apoio de outras unidades da FAB, equipadas com aeronaves R-99, Mirage-2000BR, AMX e ALX, operando em perfeita sinergia e garantindo levar a luta para dentro da Venezuela e manter a superioridade aérea Brasileira nos céus da Venezuela.

Neste exato momento, aeronaves do 1º/1º GAvCa, encontram-se em combate sobre a Amazônia, com resultados igualmente devastadores contra os Flankers Venezuelanos.

Foto 1 – F-5BR do Esquadrão Pif-paf aguarda em uma

pista da Aamazônia, o momento de entrar em ação.

 

Figura 2 – As aeronaves que fazem a espinha dorsal da defesa Brasileira nos Céus da Amazônia

 

 

 

 

 

Figura 3 – O caça do Tenete Kirk em sua última e bem sucedida missão

 

 

 

 

 

Figura 4 – Elemento do Esquadrão Pif-paf sobre o Caribe em missão de apoio e escolta às aeronaves da Marinha Brasileira em uma terceira missão de ataque à Costa Venezuelana (Obs – Duas Bem sucedidas missões foram realizadas até o momento)

 

 

 

 

 

 

Figura 5 – O Caça do Tenete Kirk, ao amanhecer de hoje, momentos antes de ser armado para o início da missão

 

 

 

 

 

Figura 6 – Outra aeronave do Esquadrão Pif-paf sendo preparada para o ataque à Base Aérea de Esmeraldas

 

 

 

 

Figura 7 - Caças F-5BR do 1º/1º GAvCa decolam da Base Aérea de São Gabriel da Cachoeira para interceptar um par de Flankers Venezuelanos (um já foi abatido e o outro encontra-se me fuga, próximo de encontrar igual destino)

 

 

Derby, o Pássaro Implacável

Mais conhecido como Derby, mas também chamado de Alto, este míssil Israelense ar-ar guiado por radar é resultado de uma colaboração entre a Rafael e Agencia Estatal de Desenvolvimento de Armamentos e a Israel Aircraft Industries. Considerados por muitos especialistas como uma evolução do Python 4, com asas diferentes na seção central e capacidade BVR (Beyond Visual Range – Além do Alcance Visual), com alcance de cerca de 50km (26,9 milhas náuticas).

Ao contrário de muitos dos mísseis BVR atuais, o Derby tem também excelente capacidade de Dogfight, mostrando assim ser um verdadeiro membro da mesma família que seus primos, Python. Derby na realidade é o seu nome de exportação, sendo que conforme Yigal Ben-Hanan, Diretor da Rafael para Sistemas ar-ar, não há diferenças entre os Altos utilizados pela Força Aérea de Israel e pelos Derbies de exportação, que inclusive apresentam a mesma avançada capacidade ECCM (electronic counter-countermeasures), assim como capacidade all-weather (qualquer tempo) e Look-Down/Shoot-Down.

O Derby opera de duas formas. Na primeira, quando o lock-on é realizado antes do disparo, o míssil é lançado em guiagem inercial em direção à provável localização futura do alvo, quando então a própria cabeça de busca do míssil será ativada para concluir a perseguição. Neste modo, também podem ser realizados disparos de Snap Shot, onde o piloto não tem certeza da real posição de seu alvo, quando então o míssil seguirá em uma determinada direção para então ligar seu radar e tentar travar no alvo.

 Na segunda forma, a cabeça de busca é ativada antes do lançamento, sendo “escravizada” pelo radar da aeronave lançadora (ou de um avião radar com capacidade CEC, como o R-99) em um alvo específico. Durante todo o processo de perseguição, o míssil é guiado pelo alvo através de indicações dadas pela aeronave lançadora ou pelo R-99. Em situações de Dogfight, o Derby pode ser guidão pelo sistema de guiagem montado no capacete do piloto, permitindo assim uma capacidade de curto alcance superior ao AIM-9X SideWinder ou ao Python-3, com desempenho bastante semelhante ao do Python-4, do qual é derivado, inclusive com a mesma no-escape-zone.

Mas o Derby não é apenas um Python-4 com radar, seu motor foi adaptado para se adaptar ao novo perfil BVR, levando o míssil para 3,62 de comprimento e 118kg de peso, embora com apenas 16cm de diâmetro. Todo este desenvolvimento foi compartilhado com a África do Sul.

Inicialmente desenvolvido para uso pelos F-16 da IAF, a versão de exportação, Derby, apresenta um trabalho de integração que permite seu uso por aeronaves menores ainda, em especial os F-5, dando assim capacidade de combate BVR a diversas forças aéreas da América do Sul, Ásia e Oriente Médio. Os F-15I de Israel continuam a ser equipados com o míssil da Raytheon, o AMRAAM.

O Major General Yitzhak Ben-Israel, Diretor de R&D (Research and Development – Pesquisa e Desenvolvimento) das Forças de Defesa de Israel diz que o Derby dá ao F-16 uma capacidade BVR sem a perda de agilidade causada pelos maiores AMRAAMs. O Gneral Brigadeiro Amos Yadlin, Comandante da IAF diz que quando o Alto foi comissionado para os F-16 de Israel, em 1998, os F—16 Norte-Americanos ainda não possuíam capacidade BVR. O resultado do conjunto foi tão positivo, que o Governo de Israel desde 2004 não adquiriu mais novos F-15I, embora novos 60 F-16I equipados com mísseis Alto/Derby tenham sido incorporados à Força Aérea Israelense.

No Paris Air Show, em Junho de 2001 – uma nova cabeça de busca desenvolvida pela Israel Aircraft Industries MBT Division foi apresentada, sendo imediatamente incorporada aos novos Alto/Derby produziodos, atualizando este excelente míssil no estado da arte no que diz respeito a combates BVR a até 50km de distância.

Figura 8 – O Python 4 e sua evolução, o míssil Derby

 

 

 

 

Figura 9 – A dupla mortal, um F-5BR armado com a dupla Python-4 e Derby

 

 

 

 

Figura 10 – O Derby por Dentro

 

 

 

Figura 11 – Detalhes de uma Arma Mortal

 

 

Durandal, a Espada Mítica da FAB

Durandal é o nome espada do Paladino de Charlemangne, Roland (Orlando na Itália), que segundo a lenda, pertenceu ao próprio Hector de Tróia. Com o nome desta espada mítica medieval, a BLU-107 Durandal é uma bomba desenvolvida na França pela antiga Matra (atualmente MBDA, um braço da EADS) especializada na destruição de aeroportos e pistas de pouso.

A Durandal foi desenvolvida para ser lançada de baixa altitude (abaixo dos 2000 metros), sendo sua queda desacelerada por um pára-quedas. Quando em posição vertical devido à desaceleração, um motor foguete a acelera de forma vertiginosa diante em direção ao alvo, após perfurar camadas de concreto como se fosse manteiga, a bomba explode sua carga de 150kg de explosivos abaixo da superfície ou dentro da construção, conforme a natureza do alvo. O resultado é devastador, criando destruição maciça ou crateras de difícil reparo, de 5 metros de profundidade e 16 metros de diâmetro!

 

Image:F-111 with Durandal.jpg

Figura 12 – Um F-111 equipado com bombas BLU-107 (Neste Exato Momento, a Base Aérea em Esmeraldas está sendo destruída por armas semelhantes lançadas por aeronaves do Esquadrão Pif-paf)