A verdade com independência
1º. Dia de
Combates. Sete horas e doze minutos depois de liberadas as ações ofensivas.
A Força
Aérea Venezuelana informa que derrubou mais um caça A-7M da Marinha do Brasil
ao norte da entrada do Golfo de Maracaibo. Segundo a nota oficial, o caça era
ala de outro do mesmo tipo, derrubado dois minutos antes por outro Flanker da
FAV.
A Marinha
do Brasil informa que um míssil Torgos atingiu o radar da base de San Felipe.
Segundo a nota do Comando Brasileiro, o radar estava monitorando constantemente
os caças brasileiros e por isso foi tomada a decisão de silenciá-lo. Essa
decisão foi tomada em vôo, mostrando a eficiência do míssil sul-africano. O
Comando Venezuelano informou um outro míssil foi derrubado por uma bateria de
canhões Bofors L-70 de 40mm, guiada por radares Flycatcher I, com mais de 800
tiros disparados, mas confirmou que houve um ataque a base de San Felipe, com mais
12 leais soldados mortos e 23 feridos, mas adiantou que as Forças Venezuelanas
tem outros radares na região.
A Marinha
Brasileira informou que a base da Armada Venezulana, instalada na pequena Isla
de Alves, transformada em base militar com a instalação de um radar TPS-43, foi
atingida “a instantes”. Segundo a nota do Comando Brasileiro, as forças
brasileiras já haviam captado o sinal de radar da ilha, mas ela tinha sido
“ignorada” para não delatar a presença brasileira. Entretanto, agora essa
descrição não era mais necessária. Segundo a MB, a ilha foi atacada com dois
mísseis R-27EP. Pelas fotos fornecidas e pela carga explosiva dos mísseis,
espera-se que o radar e o heliponto da base, que é uma espécie de ‘’plataforma
de petróleo’’, tenham sido destruídas. A
Armada Venezuelana não confirmou nem desmentiu o ataque.
Fotos
fornecidas pela MB:


Foto da base – Aeroporto de San Felipe:

A Marinha do
Brasil emitiu nota informando que mais um Flanker foi derrubado no norte
venezuelano, sobre o Caribe. A nota não esclareceu as circunstâncias do abate,
mas os combates tem sido ferrenhos, nesta área.
A Força
Aérea Venezuelana informou que um de seus Flankers consegui derrubar um R-3
Vinking, uma versão AEW do S-3 Viking, que opera no esquadrão VE-1, normalmente
lotado no NaE São Paulo. O Comando Brasileiro reconheceu a perda e informou que
o caça agressor foi derrubado, logo em seguida.
A Força
Aérea Brasileira emitiu nota oficial informando que dois caças Flankers foram
derrubados por caças F-5M de dois esquadrões diferentes. Seguindo a nota, um
dos caças venezuelanos já estava em território brasileiro enquanto que o outro
foi interceptado ainda sobre o território Venezuelano. Segundo informações
adicionais colhidas pela Gazeta Independente, oficiais brasileiros informaram
que os caças venezuelanos estavam sendo monitorados por aviões R-99A e que
foram surpreendidos por mais de duas esquadrilhas que estão na área.
Um
confiante oficial do Alto Comando brasileiro, que prefere não ser
identificado, disse essa semana que em
mais algumas horas os Flankers deixarão de fazer parte dos inventários da FAV.
Metade já foi derrubada, e a outra metade "foge apavorada do
combate", segundo esse oficial. "Ao que parece, caças sem armamentos
e comandos adequados são pouco mais que drones de treinamento para nossos
pilotos. Só abateram alguns de nossos aviões de ataque nossos por sua evidente
superioridade e especialidade frente à aviões de ataque puro, mas ao enfrentar
nossos caças eles estão simplesmente sendo varridos do céu, sem contar a vergonha
de ter um "temido" flanker
abatido por um lento e pesado avião de patrulha marítima, coisa que
nunca se viu anteriormente. Talvez a rendição fosse menos vergonhosa....."
Complementou o oficial.
A Gazeta
Independente, recupera, neste espaço, todas as perdas identificadas e/ou
relatadas pelos dois lados. Nem todos os meios utilizados podem ser os
verdadeiros utilizados pelas partes. Notamos que as Forças Brasileiras tem
conseguido obter um bom resultado contra forças mais poderosas. Pelas
entrevistas que obtemos, fica claro que os Venezuelanos somente agora
conseguiram sair do seu território e, apesar de terem derrubados mais meios
brasileiros, eles estão perdendo seus principais vetores, os Flankers Su-30
MklI. Por outro lado, as forças
brasileiras impuseram vários ataques ao território venezuelano, mas tiveram
diversas perdas. Aparentemente (não temos acesso a toda a situação), houve uma
mudança tática que aumentou a eficiência dos caças brasileiros. Notamos, pelas
diversas informações coletadas, que o uso de aeronaves AEW tem permitido aos
brasileiros uma vantagem tática que os venezuelanos não tem. Por hora as forças
Venezuelanas-Bolivianas acumulam mais vitórias, enquanto que as forças brasileiras
conseguiram mais ataques ao solo. No momento, a balança parece começar a se
inclinar para o lado Brasileiro, mas ainda há muitas outras aeronaves, dos dois
lados, que ainda não entraram
|
Comando
Atacado |
Algoz |
Meio |
Data |
|
BA San Simon |
AMX Rafales |
Bombas Spice |
D1 0643 |
|
Su-30 Golf-1 |
A-7M Four 09 |
|
D1 0644 |
|
Su-30 Foxtrot -3 |
A-7M Four 07 |
R-27EP |
D1 0644 |
|
Su-30 Foxtrot -4 |
A-7M Four 04 |
R-27EP |
D1 0644 |
|
Term. Las Piedras |
A-7M Tour 00 |
Torgos |
D1 0655 |
|
Su-30 Foxtrot-12 |
Mirage 2000 Rafale306 |
Derby |
D1 0658 |
|
Puerto Cabelo |
A-7M Four 3 |
Torgos |
D1 0705 30 |
|
Su-30 Golf-3 |
A-7M Four
10 |
|
D1 0706 |
|
Su-30 Golf-4 |
A-7M Four 5 |
|
D1 0706 |
|
|
A-7M Four 10 |
Spice 1000/2000 |
D1 0708 |
|
Isla Alves/Esq
21 |
Odin-1 |
R-27EP |
D1 0712 |
|
San
Felipe/Esq.21 |
A-7M Four 10 |
Torgos |
D1 0712 |
|
Su-30 Foxtrot -2 |
R-3 Odin 2 |
|
D1 0712 30 |
|
Su-30 Foxtrot-7 |
F-5M Rafale 422 |
|
D1 0712 30 |
|
Su-30 Foxtrot-9 |
F-5M Rafale 424 |
|
D1 0712 30 |
|
Comando
Atacado |
Algoz |
Meio |
Data |
|
A-7M Four 11 |
Su-30 Foxtrot 4 |
R-27T |
D1 0643 |
|
A-7M Four 09 |
Su-30 Golf 1 |
R-27ER |
D1 0643 30 |
|
A-7M Four 02 |
Su-30 Golf 1 |
R-27T |
D1 0644 |
|
A-7M Four 07 |
Su-30 Foxtrot 3 |
R-27T |
D1 0644 |
|
A-7M Four 08 |
Su-30 Foxtrot 3 |
R-27T |
D1 0644 |
|
AMX Rafale 100 |
Su-30 Foxtrot 8 |
R-27ER |
D1 0655 30 |
|
AMX Rafale 101 |
Su-30 Foxtrot 8 |
R-27ER |
D1 0655 30 |
|
AMX Rafale 102 |
Su-30 Foxtrot 8 |
R-27ER |
D1 0655 30 |
|
AMX Rafale 103 |
Su-30 Foxtrot 8 |
R-27T |
D1 0655 30 |
|
AMX Rafale 104 |
Su-30 Foxtrot 8 |
R-27T |
D1 0655 30 |
|
Torgos 1 Four 4 |
Esq. 15 |
Barak |
D1 0655 30 |
|
Torgos 2 Four 4 |
2104 Bia AAé |
Bofors L-60 |
D1 0655 30 |
|
Aerop
Guará-Mirím |
AT-33SF Che1 à 4 |
Bombas Mk 84 |
D1 0702 30 |
|
A-7M Four-3 |
Esq. 15 |
Barak |
D1 0705 30 |
|
A-7M Four-1 |
Su-30 Golf 3 |
R-27ER |
D1 0706 |
|
A-7M Four-4 |
Su-30 Golf 5 |
R-27T |
D1 0706 |
|
A-7M Four-5 |
Su-30 Golf 7 |
R-27T |
D1 0706 |
|
A-7M Four-10 |
Su-30 Golf 3 |
R-27T |
D1 0708 |
|
A-7M Four-6 |
Su-30 Foxtrot 6 |
R-27T |
D1 0710 |
|
R-3 Odin 2 |
Su-30 Foxtrot 2 |
R-27T |
D1 0712 30 |
|
F-5M Rafale 423 |
Su-30 Foxtrot 7 |
R-27T |
D1 0712 30 |
A Força Aérea Boliviana atacou Corumbá,
lançando bombas sobre o aeroporto local, a Base Fluvial de Ladário e o 17º
Batalhão de Infantaria de Fronteira. Segundo os comandos militares ouvidos, as
bombas foram lançadas de boa altitude, acima das defesas AAé estabelecidas na
cidade. Os danos foram grandes. Segundo o Comando do Exército, houve danos nas
instalações do Batalhão, mas nada significativo. Houve 15 baixas, 5 mortos e
dez feridos. Já na Base da Marinha em Ladário os danos também foram nas
instalações. Os Bolivianos não conseguiram ou não quiseram atacar as
embarcações que estavam na base e que atiraram de volta nos aviões atacantes.
Segundo o comando local, a base continua operacional. Houve 12 baixas, 4 mortos
e oito feridos!
A FAB avisou que já está atuando na
área e já derrubou dois caças AT-33SF usados pelos Bolivianos, sem perda
alguma. Segundo o comando da FAB, há mais caças a caminho e que toda a ação da
FABol será contestada.
comando do 2º/1º GAvCa -
Esquadrão Pif-paf – apresenta suas
homenagens ao Tenente Aviador Ricardo Kirk, morto em cumprimento do dever,
enquanto realiza uma missão de escolta a um ataque à Base Área Venezuelana



Esmeraldas –
O Exército Venezuelano emitiu nota informando que um destacamento da 1ª. Bia.
AAé, ligado a esta arma e que estava deslocada para a Base de Esmeralda,
próximo a fronteira com o Brasil, derrubou, com míssies RBS-70, um caça
brasileiro, do tipo F-5M. Segundo a nota emitida, a unidade cumpriu com o seu
papel de repelir, com decisão, qualquer ataque contra o território Venezuelano.
O caça foi abatido enquanto realizava um ataque a baixa altitude contra a base.
Ainda segundo a nota oficial, o piloto não sobreviveu, pois ao ejetar, seu caça
já estava de cabeça para baixo e, como realizava um ataque em vôo rasante, não
teve como escapar.
Corumbá –
Após os bombardeios bolivianos contra cidades brasileiras, a Força Aérea
Brasileira começou a dar combate contra seus pares bolivianos. Após a derrubada
de dois caças bolivianos AT-33SF Shooting Star (Estrela Cadente), o Brasil
sofre um revés com um caça ALX abatido por dos jatos bolivianos. Segundo nota
emitida pela FABol, o míssil que abateu o caça brasileiro foi disparado por um
caça que foi abatido meio minuto antes, por um míssil disparado pelo mesmo ALX.
A FAB confirmou a perda, mas lembra que até o momento, nos combates aéreos,
neste front, a vantagem ainda é brasileira.
A FAB, ao
confirmar a perda de um F-5M no ataque a base de Esmeraldas, também informou a
base foi atacada com sucesso. Outros caças brasileiros, na área, informam que
já avistam quatro colunas de fumaça que emergem da base, o que significa que a
perda de um caça, e de um bom piloto não foi
