A
verdade com independência, minuto a minuto
Data:
D1 0702 30
1º. Dia de Combates. Sete horas, dois minutos e trinta segundos depois de liberadas as ações ofensivas.
Guará-Mirím – Aeronaves bolivianas, sem aviso prévio atacou o aeroporto da cidade e a torre de radar lá instalada. Os caças da FABol eram todos a jato, o que significa que só podem ser jatos AT-33 SF Silver Star, recentemente modernizados no Canadá. Estes jatos possuem uma aviônica relativamente modernizada, com sensores RWR. Entretanto, não levam radar e tem poucos pontos para armas. Não se sabe se nesta modernização eles podem levar mísseis ar-ar ou não. Fontes não oficiais contam que a Venezuela poderia ter enviado alguns mísseis ar-ar para os bolivianos. A Bolívia tem 24 destes caças. Além destes há diversos treinadores que podem ser armados, como os brasileiros Universal e Uirapuru, e também os velhos Mentores (não turbo) e alguns poucos e modernos Pilattus PC-7. Estes podem levar metralhadoras, bombas e foguetes. Outra aeronave muito usada na Bolívia e que em todos os anos sofrem acidentes, justamente pelo seu uso como “caça” é o Cesna 206. Há dezenas deles na Bolívia, uma boa parte confiscada, anteriormente, de traficantes. Alguns deles já foram vistos com metralhadoras leves instaladas em suas asas, notícia não confirmada.


O Governo Boliviano emitiu nota informando que apenas segue o tratado de cooperação militar com a Venezuela, que tem investindo muito nas economia e nas forças de defesa da Bolívia, e que o ataque fora “defensivo”.
Diversos especialistas consultados confirmam que é um novo teste para o Brasil. Lutar em duas frentes. Apesar de que alguns comandantes militares declararem que a FAB não tem como lutar em duas frentes, o fato que a Venezuela tem feito isso mostra que aqui também é possível. Apesar da Bolívia poder alinhar cerca de 60 aeronaves, apenas metade disto pode ser considerado uma séria ameaça. O Brasil tem cerca de 60 aeronaves que ainda não estão no front venezuelano e que são muito mais capazes do que qualquer coisa que os bolivianos tenham.
Nosso correspondentes
É com um forte sentimento de repúdio e decepção que o Governo Brasileiro responde à injustificada e equivocada agressão do Governo da Bolívia, até pouco tempo atrás importante parceiro cultural e comercial do povo Brasileiro. Sem entender o porquê desta agressão, a um alvo que muito mais do que importância militar, apresentava importância social, por integrar a população civil na região, além de servir como apoio contra a ação de narco-traficantes na região.
Desta forma, fica bem claro aos governos democráticos da região, que além das ações expansionistas e megalomaníacas do governo anti-democrático da Venezuela, vemos agora uma ação do Governo Boliviano que procura claramente beneficiar o narcotráfico da região, aproveitando-se de um momento no qual o Brasil encontra-se fragilizado, lutando sozinho pela liberdade, justiça e democracia na América do Sul.
Porém, neste momento no qual as feras o narco-terrorismo se lançam contra a Liberdade e a Democracia, é mister que os povos que prezam por esta Democracia e pela Liberdade de seu povo devem se unir para evitar que a ameaça do totalitarismo, da intolerância e da anarquia.