A verdade com independência
1º. Dia de Combates. Seis horas e cinqüenta e cinco minutos depois de liberadas as ações ofensivas.
O
comando venezuelano emitiu uma nota em resposta ao suposto comentário americano
sobre o desempenho dos caças russos. Segundo a nota o
Comando Venezuelano não se preocupa com os americanos nem com os "modernos" caças tipo F-16 que
toma 10x0 do nosso "russo decadente", em outros combates..
VENEZUELA COMPRA JORNAL BOLIVIANO E QUER TV
ontem o diretor da TV Cadena A, Jorge Tejerina. Segundo Tejerina, o
governo de Hugo Chávez adquiriu recentemente o semanário "La Epoca", e a petrolífera estatal da Venezuela, a PDVSA,
"tenta
comprar um canal de TV" para colocá-lo a serviço do governo boliviano.
Chávez também tem adotado medidas polêmicas no setor de comunicação em seu
próprio país. O presidente venezuelano chamou
ontem de "idiota" o secretário-geral da Organização dos Estados
Americano, o chileno José Miguel Insulza, e pediu sua
renúncia. O ataque foi feito depois que Insulza
criticou a decisão de Chávez
de não renovar a licença de uma TV oposicionista, que expira
O governo da Bolívia promoveu nova demonstração de apoio ao povo (governo) da Venezuela. O presidente de Bolívia lembrou que os dois países estão unidos por um tratado de cooperação que inclui a defesa mútua e esclareceu que a Venezuela tem honrado a sua parte. A resposta a destruição da ponte pelo Brasil foi uma delas e recentemente mais uma ação concreta, reforçando a defesa da Bolívia foi feita.
O comando Venezuelano informou ter derrubado cinco caças AMX do Brasil, que tentavam atacar a base de Axapabo. Segundo a nota da FAV, somente um caça disparou seus mísseis e acabou com a ameaça. O Comando Brasileiro emitiu nota informando que os caças realmente estavam em missão de ataque e que a escolta deles atrasou.
O Comando Venezuelano informou que dois mísseis Torgos que ameaçavam a capital, Caracas, foram derrubados hoje cedo. Um dos mísseis foi derrubado por um míssil Barak, disparado pelo Esq. 22 da FAV (AAé). O outro míssil foi derrubado por uma combinação de tiros da 2.104ª. Bia. AAé do EV. Confira as imagens abaixo.
Nesta imagem pode-se ver a tragetória dos mísseis Barak
e as tragetórias das balas dos canhões de 40mm.

Nesta outra pode-se
ver a tragetória dos mísseis Barak
e a explosão no momento do impacto contra o míssil brasliero.

Nem tudo foi negativo para as forças Brasileiras. O Terminal petrolífero de Las Piedras foi atacado por quatro mísseis Torgos, lançados pelos A-7M Corsair II da MB. Os mísseis destruíram boa parte do terminal. Não se tem informações sobre mortos e feridos. O Comando Venezuelano informou que em questão de semanas o terminal estará totalmente recuperado. Técnicos brasileiros admitem que somente em meses o terminal estará recuperado, mas que em semanas é possível recuperar alguma capacidade, já que o terminal é muito grande. Confira as imagens abaixo a seqüência do ataque, é possível ver que foram atingidos os tanques, o ponto de transferência para os navios e o aeroporto, o que dificulta o envio de equipes de reparos por via aérea.




Marcelo Bortoloti
A Bolívia perdeu sua única faixa de litoral para o Chile durante uma guerra em 1879. Desde então, vem tentando recuperá-la. O presidente Evo Morales já afirmou em diversas ocasiões que essa é uma das grandes
metas do seu governo. No ano passado, durante um discurso inflamado, fez bravata e convocou os militares a se preparar para voltar ao mar "a qualquer momento". Morales se dirigia à Marinha boliviana, uma
insólita força militar com 4.800 homens, 73 embarcações de combate e nenhum oceano. Sua base mais importante fica dentro de um lago, o Titicaca, que faz fronteira com o Peru. A existência dessa corporação,
apesar da evidente limitação física, obedece a critérios menos funcionais do que patrióticos. No caso, o de manter desperto o ânimo dos bolivianos para a volta ao litoral. No prédio da Marinha uma frase
em letras garrafais sintetiza o ânimo da corporação: "El mar nos pertenece por derecho. Recuperarlo es un deber". Desde o início de seu governo, Morales tenta avançar nesse campo com manobras diplomáticas,
que até agora não surtiram efeito.
O mundo tem hoje 43 países sem acesso ao mar. Segundo dados da CIA, apenas oito deles possuem marinhas militares. É o caso do pequeno Malauí, no centro do continente africano, que tem uma Marinha com 225 homens dentro do Lago Niassa, com os canhões apontados somente para Tanzânia e Moçambique. Uganda, também na África, conta com uma força naval de 400 homens que virou motivo de anedotas internacionais. Na década de 70, o ditador Idi Amin começou a aparelhá-la para exibir seu poderio militar frente aos americanos. A única dificuldade era o fato de a Marinha estar cercada no interior do Lago Vitória. A Mongólia, na Ásia, mantém uma força naval dentro do Lago Hovsgol, na fronteira com a Sibéria, que permanece congelado seis meses por ano, impedindo a navegação. Segundo um documentário feito pelo americano Robert Stern, ela tem somente um navio e sete marinheiros, sendo que apenas um deles sabe nadar. Na lista das marinhas sem saída para o oceano também estão a do Cazaquistão, a do Azerbaijão e a do Turcomenistão, na Ásia, e a do Paraguai, cujo arsenal tem 3.600 oficiais, vinte embarcações, dois aviões e dois helicópteros.
De todas essas, a Marinha boliviana salta
aos olhos por ser a maior força naval ribeirinha do planeta. E os marinheiros
de água doce bolivianos têm pouca quilometragem. Em 2006, pelo menos oito
morreram afogados. O número de baixas no período é maior que o da Marinha
brasileira. Há seis anos eles tentam construir seu primeiro barco oceânico,
missão que, por falta de verba e tecnologia, está longe do fim. O pelotão se
dedica a atividades um tanto prosaicas. No ano passado, 160 oficiais foram
destacados para capinar os pastos de um zoológico local. "Tudo o que
queremos é uma faixa de
A luta pelo mar tem sua óbvia razão de ser. Países sem acesso ao litoral ficam em posição desvantajosa no cenário internacional. Dezesseis deles estão entre os menos desenvolvidos do mundo. As Nações Unidas mantêm um programa especial de auxílio a esses países arrolhados, para que não fiquem à margem da economia global. A principal dificuldade é a logística de exportação e importação. Hoje, a maior parte do comércio mundial trafega pelos oceanos. Segundo dados da ONU, os países sem litoral gastam duas vezes mais em transporte e seguro para exportação que os litorâneos. A dependência dos vizinhos é enorme. Além de investir em infra-estrutura interna de transporte, o país interior precisa contar com uma boa estrutura também do vizinho para escoar ou trazer a produção do porto mais próximo. O Brasil é o principal parceiro comercial da Bolívia, responsável por 40% de suas exportações e 30% das importações. A maior parte dos produtos que chegam da Europa ou dos Estados Unidos também passa por portos brasileiros ou argentinos. É uma situação de subordinação para a qual Evo Morales não atentou. Ele quer chegar ao oceano, mas, com a Marinha e os dotes diplomáticos que tem, provavelmente não romperá cerco algum.
O governo da Colômbia notificou formalmente que irá derrubar qualquer novo caça Venezuelano que invadir seu território. Segundo a FAC, quatro caças venezuelanos invadiram o território Colombiano, provavelmente vindos da base de Porto Ayacucho. Quando informados pelo rádio que deveriam pousar em uma base colombiana e que interceptadores já estavam a caminho, os caças venezuelanos fizeram meia-volta e fugiram, alegando falha no sistema de navegação.
A FAC informa que irá deixar uma patrulha aérea permanente, no local, para evitar que novas violações fiquem impunes.

A Polícia Venezuelana investiga uma
estranha explosão que matou dois policiais e destruiu uma viatura, além de
abrir uma cratera no local onde estavam,
Segundo a Polícia, os destroços da viatura se espalharam por um raio de 100m. Além dos dois policias mortos, um gato e um cachorro também morreram de susto.
NOTA
OFICIAL VENEZUELANA SOBRE A SUPOSTA INVASÃO DO ESPAÇO AÉREO COLOMBIANO
É com extrema tristeza que vemos nossos
irmãos colombianos sendo manipulados a se envolverem no conflito atualmente em
curso com o Brasil, que covardemente se coloca na posição de agressor de nosso
solo pátrio e, abusando de seu apoio por parte do governo Bush, demonstra que
tal guerra é apenas motivada pelo interesse em os americanos dominarem as
reservas petrolíferas mundiais, sendo prova deste ambicioso plano o ataque
contra nossas instalações destinadas a prospecção, processamento e exportação
de petróleo, alvos estes, sem nenhum valor militar, ou cuja destruição
tenham efeitos imediatos nos rumos da guerra.
Há poucos minutos não quatro, mas sim duas
aeronaves provenientes da região noroeste de nosso pais
realizavam um vôo sobre a região de fronteira com a Colômbia, não se tratando
de caças, mas sim de aeronaves leves de transporte tipo C.212-400 (de nossa
aviação naval) em configuração de evacuação aeromédica.
Tais aeronaves foram enviadas em direção ao sul de nosso pais,
a fim de prestarem apoio a vitimas de um covarde ataque contra um vilarejo
junto a fronteira com o Brasil.
Diante das necessidades urgentes que se
apresentaram, as mesmas decolaram o mais breve
possível e se deslocaram em direção a seu objetivo (onde vitimas civis com
graves queimaduras careciam de apoio urgente de médicos!) e diante dos ataques
realizados contra nossas refinarias, não tiveram escolha que voar o mais ao sul
civil.
Os nossos operadores de controle de tráfego
aéreo estavam auxiliando os pilotos em seu vôo e, no momento da
suposta invasão do espaço aéreo, as mesmas encontravam-se a cerca de 2NM da
fronteira, tendo prontamente desviado tão logo foram alertadas pelas
autoridades Colombianas.
A Polícia Venezuelana está em volta com mais
dois mistérios para resolver. Após a estranha morte de dois policiais, mais
duas ocorrências estranhas foram registradas. A 60 mn
a lestes de San Juan uma tribo indígena foi quase
exterminada. Segundo o Cacique da tribo, eles estavam dançando em volta de uma
grande fogueira quando ouviram um estranho e agudo
silvo, seguido de um enorme estrondo. Segundo o Cacique, no lugar da fogueira
ficou uma grande cratera. Os pedaços dos corpos de 12 índios foram parar a
dezenas de metros de distância. Outros 11 índios ficaram feridos. Coincidência
ainda maior ocorreu com outra tribo, desta vez a 30 mn
a oeste de Esmeralda, quando 11 índios morreram e 12 ficaram feridos em uma
fantástica e macabra semelhança. Assim como a outra tribo, eles estavam dançando em volta de
uma grande fogueira quando ouviram um estranho e agudo
silvo, seguido de um enorme estrondo. No local da antiga fogueira, uma nova
cratera. A Polícia Federal Venezuelana agora sabe que não foi um acidente, já
que em menos de dois minutos, três casos muito semelhantes aconteceram. Um aspecto
novo é que nos dois últimos casos, os índios sobreviventes dizem que foram dois
estrondos, um na fogueira e outro mais longe. Peritos estão sendo enviados para
os três lugares. Além dos 23 índios, 6 macacos e 9 papagaios também morreram.
Num ataque coordenado por um R-99A do 2º./6º
Gav, Esq. Guardião, quatro caças Mirage do 1º. GDA
(Grupo de Defesa Aérea) – Esq. Jaguar -
derrubaram, com um míssil Derby, um Su-30 II
Flanker, da Força Aérea Venezuelana. O Mirage 2000 – Rafale
304 - foi creditado com a derrubada do
Flanker Foxtrot -12. Segundo a FAB, o caça
venezuelano ignorou uma regra fundamental do combate aéreo, que é o de não voar
sozinho em uma área de combate.
O Comando Venezuelano informou que em uma
ação conjunta do 304º. GAAAé
(Exército Venezuelano) e do Esq. 25 (FAV), três mísseis Torgos foram
derrubados. O 304º. GAAAé
usou mísseis RBS-70 para derrubar dois mísseis inimigos, enquanto o Esq. 25
usou canhões Boffors 40mm guiados por radares Flycatcher, de primeira geração para abater o terceiro
míssil. Um quarto míssil conseguiu passar mas causou “pequenos e irrelevantes”
danos na base.
Mais um míssil Torgo lançando por um modernizado
A-7M Corsair II do VF-1, identificado como Four 02,
alcançou um alvo venezuelano. Segundo a MB, a base era estratégica pela sua
posição o que dificulta eventuais desdobramentos das unidades aéreas
venezuelanas.
Abaixo uma foto obtida por um correspondente.

"Um alto oficial brasileiro, comandante
das forças aeronavais, disse a esta Gazeta Independente que, diante da dor e destruição trazidas
pelo seu líder tirano, e pelo Golpe de Estado aplicado pelo notório criminoso
nesta semana, com a cumplicidade do Congresso venezuelano, espera que o povo
venezuelano se revolte, e alije seu líder e sua quadrilha do poder. O oficial
garante, com pesar, que a destruição seguirá, e que cabe ao povo da Venezuela
dar o passo certo na direção da Paz. Esse mesmo oficial disse estar perplexos
com os assassinatos de policiais e indígenas na Venezuela, em uma tentativa
clara e canhestra de manipular o próprio povo, por parte do ditador. Sobre o
desempenho da aviação brasileira, disse ser o resultado esperado: "O
Flanker é muito bom, nas propagandas e catálogos. Na realidade, não é uma
aeronave provada em combate, exceto contra inimigos insignificantes. Some-se isso a um comando inadequado e inexperiente, e o resultado
só podia esse mesmo.", arrematou."
Informamos que após o revés da perda de
algumas aeronaves ao Sul da Venezuela decorrente de uma falha de coordenação
nas forças, a Força Aérea Brasileira demonstra através de sua aviação de caça
que mantém sua capacidade de combate, inclusive contra inimigos
tecnologicamente supostamente superiores, demonstrando que assim como vemos em
esportes civis, como a Fórmula 1, mais do que a
máquina, vale o “braço” do piloto e da equipe que o apóia. Através de uma aço
coordenada, as aeronaves inimigas estão sendo monitoradas pelas
nossos sistema de AEW1 no momento em que decolam e uma vez dirigindo-se
em direção a solo pátrio são classificadas como com intenções hostis.
Imediatamente nossos caças em LORCAP2 são direcionados
para interceptar e destruir o alvo antes que este entre
Fazendo a segunda linha de defesa ao solo
Brasileiro, temos vários caças em CAP3, localizados em
posições estratégicas, dando apoio aos que retornam para abastecimento,
assumindo a missão de LORCAP quando necessário e prontos a enfrentar e abater
qualquer ameaça que adentre o território nacional.
Nossas aeronaves estão baseadas na
inexpugnável Base Aérea de Manaus, onde não apenas as LORCAPs
e CAPs garantem que nenhum inimigo irá se aproximar o
suficiente para representar ameaça. Mas mesmo assim, aviões em alerta de 5 e 15 minutos garantem que qualquer surpresa desagradável
possa ser enfrentada em tempo hábil, garantido através do Mission
Kill4 que a estruturada artilharia anti-aérea no local possa apenas assistir os
combates pela televisão. Versões menores desta estrutura de defesa aérea estão
baseadas
Tomamos a liberdade de citar aos Venezuelanos
alguns trechos do Hino Nacional Brasileiro:
“...Mas, se ergues da justiça a clava
forte,
Verás que um filho teu não foge à luta
Nem teme quem te adora, a própria morte,
Terra adorada
Entre outras mil,
És tu Brasil,
Ó Pátria amada!..”
Notas
1 - AEW (Airborne Early Warning) – Alerta Aéreo
Antecipado, termo usado para tanto a tática de colocar aeronaves com poderosos
radares a frente dos elementos de alto valor estratégico assim como para as
próprias aeronaves designadas para esta missão.
2 – LORCAP (Long-Range
Combat Air Patrol) – Patrulha de Combate Aéreo de Longo Alcance, uma
variante das CAPs, onde os caças
são posicionados em uma aérea distante da área amiga e próxima à linha de
aproximação inimiga, o que geralmente força os caças a carregarem menos mísseis
e mais combustível.
3 – CAP (Combat Air Patrol) – Patrulha de Combate
Aéreo, a prática de estacionar caças próximos aos
elementos de Alto Valor para protegê-los de aeronaves inimigas. Também é a
designação das aeronaves designadas para este tipo de missão.
4 - Mission Kill – Qualquer aeronave inimiga que seja forçada a abortar
sua missão de ataque a Alvos de Alto Valor para se defender.
A Marinha do Brasil emitiu nota informando
que um de seus mísseis Torgos conseguiu atingir Caracas. Apenas 3 minutos e
meio depois de uma outra tentativa fracassada (ver acima), um míssil atingiu o
aeroporto militar de Caracas, interditando aquela importante base. Ainda
segundo as fontes da MB, eram dois mísseis, mas um foi derrubado. Entretanto, o
resultado obtido foi total, com a interdição desta base.
A população ficou aflita, mas em ordem,
apoiaram o governo.
Nos últimos minutos, a Venezuela tem sido
atacada em diversas frentes. Ao norte e no sul bases foram atacadas. Os dois
lados perderam caças, mas até agora a Venezuela tem uma base destruída, três
outras seriamente danificadas e um terminal petrolífero destruído. O país foi
atingido militar e economicamente, ao contrário do Brasil, onde nenhuma bomba
caiu.
Abaixo fotos que a Gazeta Independente
obteve de Caracas. Na primeira foto, a base atingida. Na segunda foto, uma
visão geral de Caracas. Ao fundo pode-se ver Maquietia,
onde fica o aeroporto internacional de Caracas, alvo de um ataque frustrado.

