A verdade com
independência
Data: 1 Mês antes do
conflito
Nesta madrugada diversos comandos venezuelanos,
infiltrados em território brasileiro destruíram diversas estações de radar do
SIVAN. Não houve mortos na ação. Segundo o Comandante do Comando Militar da
Amazônia “Foi uma ação limpa”, foram destruídas apenas as torres de radar, sem
feridos ou mortos. “Eles sabiam onde e como atacar”, de onde se pode concluir
que foi algo muito premeditado.
Segundo a Força Aérea, foram destruídos os
radares que não estavam
O governo Venezuelano defendeu a ação,
qualificando-a como “preventiva”. Segundo o Ministério das Relações Exteriores,
o Brasil atacou primeiro (se referindo a ponte na fronteira com a Bolívia), e
era preciso criar uma situação de equilíbrio, pois não temos radares em nossa
região amazônica. Isso mostra ao Brasil e ao mundo que estamos prontos e
dispostos a tudo para defender nossos interesses.
O MD não sabe explicar como diversos comandos
venezuelanos penetraram tanto em território brasileiros, mas investigações
estão sendo feitas.
Diversas manifestações em todo o Brasil
demonstram a indignação e a rejeição do povo brasileiro com o ocorrido.
Passeatas em todo o país pedem “uma resposta enérgica” contra a Venezuela. Algo
impensável anos atrás!
O congresso brasileiro reuniu-se por
auto-convocação e exige uma resposta “enérgica” a Venezuela. Diversos deputados
e senadores fizeram grandes e inflamados discursos contra a situação em que o
Brasil foi colocado, pela Venezuela. Tamanha situação somente se viu por
ocasião da chamada “Guerra da Lagosta”, no início dos anos 60.
A Venezuela homenageou, nesta semana, os oito
militares mortos durante a ação “preventiva” contra o Brasil. Segundo o MD
Venezuelano, um helicóptero do Exército Venezuelano caiu em território
brasileiro. Ele voava muito baixo, pelo leito de um rio e provavelmente, teria
se chocado com alguma árvore. Segundo o Governo Venezuelano, oito novas escolas
serão erguidas com os nomes nos novos heróis.
O EB explica que diversos comandos foram
enviados de helicópteros e depois em pequenos barcos pelos rios amazônicos.
Segundo depoimentos, pessoas de língua espanhola compraram pequenos barcos e
muitos suprimentos (comida e gasolina) em diversas comunidades ribeirinhas.
Segundo testemunhas, eram todos homens em bom estado de saúde. Isto significa
que alguns comandos ficaram quase 30 dias no Brasil. O que podemos supor que se
tratava de um plano elaborado ainda antes da crise boliviana.
St. Georges – O navio-tanque Olinda, da
Petrobrás, foi afundado hoje, quando estava quase entrando em águas
Granadenses. Ele havia sido interceptado pela Guarda Costeira Venezuelana e foi
afundado pela fragata guarda-costas Gen. Morón a tiros de canhão.
Segundo o governo Venezuelano, foi um acidente:
“era para ser um tiro de aviso, a alguns metros da proa no navio brasileiro”.
Segundo a Guarda costeira venezuelana, a falta de um sistema de mira mais
moderno e o forte vento no momento do disparo fizeram que um tiro de 76mm
atingisse a proa do navio, carregado em Trinidad de gasolina que iria para o
Haiti. A terrível explosão afundou o navio
Representantes da Marinha Mercante reclamam dos
custos envolvidos pelas ações venezuelanas. As seguradoras não aceitam mais
seguros para a região do Caribe. Os deslocamentos ao canal do Panamá devem ser
feitos contornando Cuba, o que envolve atrasos, mais custos de combustível e,
ainda, muitos furacões nesta época do ano.
Seguir pelas rotas que passam perto da
Venezuela podem significar maiores custos com “pedágio” termo utilizado pela
indenização pretendida pelos bolivianos.
A Venezuela ainda não declarou se pretende ou não implementar essa
prática.
O Governo Federal completou a mobilização das
forças armadas brasileiras, em resposta a ação Venezuelana.
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O Ministério da Economia implantou hoje o CCEG
– Contribuição Compulsória para Esforço de Guerra. A exemplo da CPMF o CCEG
incidirá na taxa de 0,12% sobre a movimentação financeira nacional.
Uma poderosa força tarefa da MB, capitaneada
pelo Porta-aviões São Paulo, saiu hoje do Rio de Janeiro, para o Caribe.
Segundo o MD a força brasileira irá tomar “as iniciativas necessárias” para
garantir o livre trânsito de navios e aeronaves brasileiras na região.
A FAB e o EB declararam, hoje, fechada a
fronteira norte do Brasil. O EB espalho destacamentos por toda a fronteira e
declara que uma nova ação de comandos venezuelanos seria “virtualmente
impossível”. A FAB também reforçou sua presença na região, e também
mobilizou dois esquadrões de Comunicação
e Controle para cobrir a região.
O governo da Venezuela vê como erro brasileiro
levar a esse nível de resposta. Claramente surpreendidos pela movimentação
brasileira, o governo venezuelano disse que “está preparado para responder a
qualquer agressão”.
A Espanha respondeu a um pedido de Trinidad e
Tobago e enviou uma bateria de mísseis Patriot para proteger o território do
pequeno arquipélago, localizado muito próximo do litoral da Venezuela.
Com medo que esta mobilização de guerra atinja
seu território a Guiana pediu ajuda a Inglaterra para proteger o seu
território. A Venezuela tem uma demanda por cerca de 1/3 do território da
Guiana e o governo de Georgetown teme que qualquer violação de seu território,
seja por terra, mar ou ar, acabe em pretexto para ações imediatas ou futuras
por parte da Venezuela.
A França eleva para 36 caças Mirage
A Holanda declarou que não vai enviar caças
para o Suriname, em resposta ao pedido da ex-colônia. Segundo o governo
holandês, o governo do Surinane não é uma democracia.
O MD do Suriname diz que passará sem a ajuda
externa. Acrescentou que o pequeno exército do país possui algumas dezenas de
mísseis SAM. Especialistas informam que se tratam de MANPADS de origem chinesa,
eficazes apenas contra alvos a baixa altitude. Acrescenta-se, ainda que a Força
Aérea do Suriname só tem pequenos treinadores armados com metralhadoras e que
há poucos radares comerciais no país.
Atendendo a solicitação dos diversos países da
região do Caribe e, também, para proteger seus territórios, os países acima
espalharam, de Granada a Porto Rico, diversas baterias de mísseis AA.
Especialistas informam que o recado é claro: Nenhuma invasão de espaço aéreo
será aceita. Os EUA reforçaram seus meios aéreos
A Venezuela
tem um foco naval no Caribe, contam com 6 fragas e 6 lanchas equipadas
com mísseis. Isso é quase o mesmo número de escoltas que a Marinha do Brasil
tem.
O Brasil tem mais submarinos, mas com foco no
Caribe, os submarinos Venezuelanos contam com uma proximidade maior de suas
bases, para reabastecimento . O mesmo acontece com seus navios. O Brasil conta
com mais submarinos, mas eles dependem de apoio que é difícil manter a médio
prazo longe das bases.
A MB conta
Em termos de defesa antiaérea, a capacidade do
Exército Venezuelano é menor que a do Exército Brasileiro, são mais sistemas
ópticos (eficazes contra aeronaves lentas – como helicópteros), mas já contam
com alguns sistemas de mísseis de curto alcance. Entretanto, a defesa AA da FAV
é extremamente poderosa, com muitos canhões guiados por radar e com dois
sistemas de mísseis antiaéreos. Isso é uma ameaça aos caçadores da FAB se for
necessário atacar as bases ou alvos estratégicos.
No front aéreo a situação também é de equidade.
A FAV tem mais caças supersônicos do que o Brasil. Por outro lado, os caças
subsônicos do Brasil são melhores e em maior quantidade.
Um embate entre os dois países terá um
desfecho imprevisível.
América Latina - Latin América
Defesanet 24 Junho 2006
OESP 24 Junho 2006
País recebe alerta dos EUA sobre política de
Chávez
Corrida armamentista da Venezuela é detalhada
em
documento reservado do Departamento de Defesa
Roberto Godoy
- 138 navios é o tamanho da frota que a
Venezuela estará operando,ou sob contrato defornecimento, até 2012
- 3 submarinos de um lote que pode chegar a 10
unidades estão sendo negociados. O favorito é o russo Amur, que lança mísseis,
torpedos, e permite a conversão para propulsão nuclear
- 800 blindados anfíbios e armados com canhão
rápido serão comprados até dezembro.
O presidente Hugo Chávez está executando um
plano de modernização das Forças Armadas da Venezuela que prevê a formalização
de contratos até 2012 para equipar um contingente de 500 mil combatentes.
Atualmente, a tropa soma 82.300 homens.
A próxima etapa do plano é a compra de ao menos
três submarinos médios de propulsão diesel-elétrica. A condição é que permita
uma futura conversão destinada a abrigar propulsores nucleares. Na área da
Marinha, o plano envolve a aquisição ou a revitalização de 138 navios de
diversos tipos.
O Exército avalia fornecedores para um pedido
de 800 blindados sobre rodas, todos armados com canhões rápidos. A frota pode
chegar a mil unidades de tração 8x8, caso seja aprovada uma suplementação do pacote.
Os 200 veículos seriam destinados ao transporte de tropas.
A fonte mais provável a que Chávez recorreria é
indústria militar da Rússia, não submetida aos vetos do governo dos Estados Unidos.
A Casa Branca é contrária ao regime de Chávez. Essa atitude bloqueou a
exportação de 36 aviões brasileiros para a Força Aérea da Venezuela (FAV). A
Embraer utiliza componentes americanos nos sistemas de bordo do turboélice de
ataque leve Super Tucano e do bombardeiro leve AMX.
Essas informações constam de um documento
reservado do Departamento de Defesa, o Pentágono, dos EUA, enviado à
inteligência militar brasileira, e ao qual o Estado teve acesso.
De acordo com um oficial do setor, "esse
quadro é conhecido no Brasil desde 2004, quando ainda estava no papel".
Segundo o analista, Chávez deu início às ações efetivas no mercado
internacional "baseado no aumento das cotações do petróleo (a Venezuela é
o 3º maior produtor entre os países da Opep, com 2,8 milhões de barris/dia) -
comprou radares, helicópteros e 100 mil fuzis, quando o barril estava na faixa
US$ 40, agora está fechando novos negócios com o preço do óleo batendo na casa
dos US$ 70".
A política de Chávez é um assunto delicado
entre os diplomatas do Itamaraty. Um ex-embaixador em Caracas defende "um
certo endurecimento do discurso do governo brasileiro", prevendo que
"a condescendência vai permitir que a Venezuela se transforme em uma
potência militar regional, pouco confiável."
SUBMARINO INVISÍVEL
No dia 5 de julho, quando dois super-caças
Sukhoi-30 voarem sobre o desfile comemorativo dos 195 anos da independência da
venezuelana, antecipando a chegada de 24 desses supersônicos russos para a FAV,
comprados há um mês por pouco mais de US$ 800 milhões, o presidente Chávez pode
ter uma outra novidade para anunciar.
A Comissão Militar instalada por ele em Moscou
há dois anos está discutindo no bureau Rubin de Engenharia Naval a compra de
três novos submarinos da classe Amur. É uma máquina de guerra e tanto.
A negociação, admitida pelo ministro da Defesa
da Venezuela, almirante Orlando Maniglia, pode abranger outros sete navios da
mesma classe. A Marinha venezuelana mantém dois submersíveis alemães, o Sábalo
e o Caribe, de 1,3 mil toneladas, construídos na Alemanha há mais de 30 anos,
entre 1971 e 1977. Ambos estão sendo submetidos a um abrangente programa de
atualização tecnológica no país, nas instalações do Dianca - Diques y
Astilleros Ca.
Os submarinos Amur disputam a escolha com os
franceses Scórpene e com os novos IKL, da Alemanha. A proposta russa é
tentadora. O preço, um dado considerado reservado, estaria na faixa de US$ 200
milhões, cerca de US$ 100 milhões a menos que o oferecido pela concorrência. O
primeiro modelo está sendo produzido nos Estaleiros do Almirantado. Incorpora
os sistemas e o conhecimento adquirido pela Rússia na construção de submarinos
nucleares, durante a Guerra Fria.
Robusto, navega em qualquer tipo de mar, à
exceção dos glaciais, que exigem grande permanência sob a camada de gelo. A
versão de exportação dispara 4 mísseis leves de cruzeiro ou até 10 mísseis
antiaéreos, além de levar 18 torpedos pesados, de
CANHÕES BLINDADOS
O Ministério da Defesa venezuelano está
avaliando os blindados 8x8, anfíbios, BTR-90, também da Rússia. A pretensão é
formar uma frota de 800 carros - 1.200, somados aos 400 em uso - para equipar
esquadrões de reconhecimento e de operações especiais. O relatório americano
diz que essa é uma evidência "do objetivo de expandir as forças armadas
regulares até meio milhão de militares e 1 milhão de milicianos". Os três
comandos dispõem de 400 blindados com 20 anos de uso. O BTR-90 pesa 20
toneladas, roda a 100 km/hora, leva um canhão de
Mar calmo, estado 2. Camada Térmica a