| A Gazeta Independente |
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| A
verdade imparcial - Ano 2 - 15ª Edição - Cobertura Especial dos Combates |
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| 1º Dia de
Combates - Sete horas e cinquenta e quatro minutos desde que foram iniciadas
as hostilidades |
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| Confirmado ataque a Macágua |
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Som de
explosões eram decolagens |
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| Barragens da usina hidroelétrica
foram bombardeadas |
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Caças
decolaram de Ciudad Bolívar em velocidade supersôncia |
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| Correspondente Venezuela |
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Correspondente
Venezela |
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| Ciudad Guayana |
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Ciudad
Bolívar |
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| 07:54:00 - Confirmado ataque da Força Aérea
Brasileria ao complexo hidroelétrico de Macágua, entre Porto Ordaz e Ciudad
Guayana. O ataque foi realizado a cinco minutos por caças identificados como
do modelo ALX - Super Tucano. |
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07:54:00 - O
som de explosões ouvidas em Ciudad Bolívar era da decolagem supersônica de
quatro caças CF-5A que haviam pousado na cidade a poucos minutos para
reabastecimento. |
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| Oficiais do Exército Venezuelano
reconheceram as aeronaves, a Venezuela usa os Tucanos e estes são maiores,
mas com a mesma semelhança de perfil. Os ataques foram precisos, atingindo
diretamente as barragens, precisão já demonstrada pelos ALX em uso na Colômbia. |
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Quando houve pedido de ajuda por
parte de unidades do Exército em Ciudad Guayana, os caças foram acionados e
decolaram em velocidade supersônica, causando a quebra da barreira do som
sobre a cidade, que foi confundido como de explosões. |
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| Abaixo: Esquema das barragens de Macágua |
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Abaixo: Foto
de Puerto Ordaz e Ciudad Guayana |
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| Primeiras notícias: Centenas de mortos |
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Aeroporto
Internacional fechado |
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| Grande centro populacional e industrial
próximo elevam efeitos do ataque |
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Aeroporto
internacional, localizado em Puerto Orda, foi interditado |
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| Correspondente Venezuela |
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Correspondente
Venezuela |
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| Ciudad Guayana |
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Puerto Ordaz |
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| 07:54:00 - As primeiras notícias que chegam
de Ciudad Guayana e Puerto Ordaz falam de centenas de mortos, a maioria
atingida pelo desabamento de casas e pequenos prédios. Com o rompimento da
barragem a água correu com força. |
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07:54:00 - O aeroporto
Internacional de Puerto Ordaz foi interditado pois a pista está alagada. Todo
o tráfego local, entretanto, pode ainda utilizar o aeroporto de Macágua,
menor, mas que também possui pista asfaltada. |
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| Os mais atingidos foram os bairros
próximos as margens do Rio Caroni, entretanto, como a topografia local é
relativamente plano, diversas ruas foram inundadas e milhares de pessoas
atingidas. Muitas crianças em estavam se preparando para iniciar suas aulas
do dia, ficaram ilhadas nas escolas, dependendo de pequenos barcos para serem
retiradas. Hospitais também foram afetados pelo ataque e interrupção da
eletricidade. |
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O aeroporto de Macágua fica nas margens do
antigo lago e por isso não foi afetado pelo rompimento das barragens do
complexo hidroelétrico de Macágua. Todos os bairros vizinhos do aeroporto
foram afetados, não com desabamentos em si, mas com vias alagadas. Os
primeiros levantamentos apontam para milhões de Dólares em prejuízos
materiais. |
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| Decretado estado de calamidade pública |
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Ataque foi
indiscriminado |
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| Governos das cidades de Puerto Ordaz e Ciudad
Guayana declaram emergência |
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Governo da
Venezuela denuncia ato contra população civil |
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| Correspondente Venezuela |
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Correspondente
Venezuela |
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| Ciudad Guayana |
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Puerto Ordaz |
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| 07:54:00 - Centenas de mortos e dezenas de
milhares de desabrigados o lado mais trágico do último ataque à Venezuela.
Centro industrial metalúrgico e elétrico, a região da barragem de Macágua foi
o alvo de um ataque que deixou milhões de Dólares de prejuízo. |
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07:54:00 - O
Governo venezuelano denunciou o ataque como ato indiscriminado, atingindo
quase que exclusivamente a população civil, com fortes danos a economia
local. Não era um alvo militar, mas econômico (eletricidade e metalurgia) mas
sem ser medido o risco a população inocente. |
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| A preocupação inicial é como
abrigar e alimentar dezenas de milhares de pessoas desabrigadas. Casas mais
antigas não aguentaram a pressão da água e desabaram. Outras estão de pé, mas
seus moradores perderam todos os bens. |
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Militares venezuelanos prometem
revidar contra alvos civis brasileiros. As primeiras imagens (abaixo) mostram
vários bairros alagados. O resultado do ataque não diferencia vítimas. |
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| Abaixo:Imagens da inundação |
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Abaixo:Imagens da inundação |
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| Abaixo:Imagens da inundação |
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ONU E União
Européia protestam |
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Nações Unidas e União Européia
protestam contra o mais recente ataque |
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Correspondente
Europa |
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França |
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07:54:00 -
Ainda discutindo os ataques anteriores brasileiros aos centros urbanos
venezulanos, a União Européia foi surpreendida por mais um ataque. Apesar do
alvo ser claramente de caráter econômico, mais uma vez a população civil foi
a maior vítima. |
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O debate gira em torno da
aplicação imediata de sanções econômicas, de modo seletivo ou geral. A
tendência é que nas próximas horas seja decretada essa medida contra os dois
países. |
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Em Paris, sede atual da União
Européia, já é quase meio-dia. Já em Nova York ainda é madrugada, mas a ONU
já está se mobilizando para uma reunião de emergência do Conselho de
Segurança, pedindo uma trégua nos combates. |
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| Estranha declaração de oficial brasileiro |
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| Entrevista de alto oficial brasileiro lança
dúvidas sobre ataque a Macágua |
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| Correspondente Amazonas |
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| Manaus |
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| 07:54:00 - Uma entrevista exclusiva para
Gazeta Independente, lança dúvidas sobre os recentes acontecimentos. |
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| O comandante de umas das unidades brasileiras sobre o território
venezuelano confirma que uma grande tragédia se abateu sobre as comunidades
venezuelanas de Puerto Ordaz e Ciudad Guayana. Segundo esse comandante,
embora não tenha sido divulgado para a imprensa, as mais altas altoridades de
Puerto Ordaz e Ciudad Guayana haviam solicitado a proteção do Brasil para
essas cidades, pois as mesmas desejavam se rebelar contra o tiranete que
governa a Venezuela. Diante de tal solicitação, foi enviada uma unidade
dotada de caças ALX para um primeiro ataque à posições governistas naquelas
cidades, precedento um aerolançamento de paraquedistas que as libertariam
definitivamente. |
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| Ainda, segundo a fonte: - Entretanto, os caças brasileiros que
se aproximavam da cidade foram surpreendidos com a ação de 4 caças CF-5A, com
as cores da FAV, que, à baixa altitude, lançaram várias bombas contra barragem de Macagua, que se rompeu
imediatamente. Comunicado de tal situação, e antevendo uma tentativa de
incriminação, esse comandante ordenou aos caças brasileiros alijarem seu
armamento e retornarem imediatamente ao Brasil. Evidente que o governo
venezuelano pretendeu mostrar que não aceitará sonhos de liberdade, e que
punirá os descontentes com severidade. |
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Continuando,
nas palavras do entrevistado: - Ainda assim, dante do terrível crime cometido
pelos venezuelanos contra seu próprio povo, dois corajosos pilotos
brasileiros recusaram-se a cumprir as ordens recebidas, e partiram para
engajar os criminosos que perpetraram tal ataque, estando nesse momento
engajando os CF-5A agressores, que pagarão por seus crimes.
O oficial ainda informa que fica a sincera admiração ao corajoso povo de
Puerto Ordaz e Ciudad Guayana, que teve a coragem de enfrentar a tirania, e
por isso pagaram o preço máximo. |
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| "Eles
serão vingados", declarou, por fim, o alto oficial. |
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| Aumenta o número de mortos em Macagua |
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Comando
Brasileiro não confirma ataque |
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| Mais mortos são localizados com a vazão das
águas |
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Comando das
forças brasileiras não confirma e declarações parciais desmentem |
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| Correspondente Venezuela |
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Correspondente
Amazonas |
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| Puerto Ordaz |
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Manaus |
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| 07:58 - Aumenta o número de mortos
e de desabrigados com o ataque da Força Aérea Brasileira contra o complexo
hidro-elétrico de Macágua. A medida que as águas baixam, correndo pelos vales
do coração da Venezuela, mortos, principalmente por desabamento de imóveis,
são localizados. |
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07:58-
Além de não emitir a tradicional nota oficial, do lado brasileiro, há
oficiais que dizem que não houve ataque brasileiro, que o ataque foi feito
pelos próprios caças venezuelanos, sem esclarecer o que diversas aeronaves do
tipo ALX "SuperTucano"
faziam em uma área tão central do território venezuelano. |
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| Diversas
fontes em Puerto Ordaz e Ciudad Guayana, confirmam que o ataque foi feito por
aeronaves brasilerias, do tipo ALX, que voaram até a área central da
Venezuela, sem serem localizadas. |
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Um
oficial declarou: "Ao valente e corajoso povo de Puerto Ordaz e Ciudad
Guayania: O primeiro dos criminosos venezuelanos, títeres do didator que os
oprime, e que à bordo de um CF-5A atacou e destruiu a barragem acaba de pagar
com a vida por seu crimes. |
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Seus amigos, os Liberdadores das Forças Armadas Brasileiras
continuarão à lutar por vocês! " |
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| Rio Branco atacada! |
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FAB abate
dois Uirapurus |
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| Aeronaves Bolivianas chegam até o Acre. FAB
caça invasores nos céus brasileiros |
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Aeronaves
Bolivianas atacavam Rio Branco quando foram interceptadas |
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| Correspondente Acre |
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Correspondente
Acre |
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| Rio Branco |
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Rio Branco |
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| 07:58 - Rio Branco foi atacada
por 12 aeronaves bolivianas. Foram atingidos o aeroporto da capital do Acre e
duas sub-estações de eletrecidade, deixando quase toda a cidade |
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07:58
- Dois caças bolivianos foram interceptados ao atacarem Rio Branco. Caças
ALX, alguns em translado e outros que estavam no próprio aeroporto de Rio
Branco, partiram |
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| sem
eletrecidade. Fontes militares informam que as aeronaves utilizadas eram
antigos Uirapurus, fabricados no Brasil e transferidos para a Bolívia por
acordos entre os dois países. |
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para
interceptar os atacantes. Mesmo em menor número, os caças brasileiros são
mais sofisticados e melhor armados que os caças bolivianos. No momento os
caças brasileiros ainda caçam os Uirapurus, que também são mais lentos. |
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| Imediatamente,
caças ALX da FAB passaram a caçar os atacantes bolivianos. Abaixo, fotos do
ataque boliviano. |
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No aeroporto, a pista não foi
atingida, mas uma das taxiways sim, e também o depósito de combustível. O
radar foi atingido por entulhos da destruição dos depósitos, mas a pista
segue operacional. |
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| Abaixo: Ataque ao aeroporto
de Rio Branco |
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Abaixo: Ataque ao uma sub-estação de eletricidade, no centro
da cidade |
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| Abaixo: Visão geral dos
ataques |
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Abaixo: Ataque ao uma sub-estação de eletricidade, mais
afastada |
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| FAB abate um CF-5A |
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Aumenta a
pressão por um cessar-fogo |
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| Ação foi no interior da Venezuela, por um
caça ALX |
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Nações Unidas
e União Européia protestam pelos civis atingidos |
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| Correspondente Venezuela |
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Correspondente
Europa |
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| Ciudad Bolívar |
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França |
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| 07:58 - Um dos caças ALX, da
unidade que se deslocou até o coração venezuelano, para atacar o complexo
hidro-elétrico de Macágua, abateu, a tiros de metralhadora .50, um caça CF-5A
da Força Aérea Venezuelana. Segundo a FAV, o piloto conseguiu ejetar e será
resgatado da selva venezuelana. |
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07:59 - Com o aumento de mortos civis, tanto na Venezuela como
nos recentes ataques ao Brasil, onde ambas as populações sofrem com falta de
eletricidade e muitas morrem por falta de atendimento, países do hemisfério
norte pressionam pelo fim dos combates. |
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| Segundo
fontes venezuelanas, o caça fazia parte de uma esquadrilha que decolou de
Ciudad Bolívar para interceptar os atacantes de Macagua. |
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Uma votação por um embargo
comercial total será votado em breve e sondagens iniciais indicam que vai ser
aprovado por unanimidade. |
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| FAB abate aeronaves sobre Rio Branco |
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FAB abate
aeronaves no interior boliviano |
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| Três Uirapurus da Bolívia, que bombardeavam a
cidade, foram abatidos |
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Sete
aeronaves Mentor foram abatidas a tiro de canhão pelos Impala II |
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| Correspondente Acre |
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Correspondente
Mato Grosso |
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| Rio Branco |
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Corumbá |
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| 08:00 - Três aeronaves que
atacavam a capital do Acre foram abatidas pela Força Aérea Brasileira. Duas
por tiros de metralhadora e uma por um míssil Piranha. |
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08:00 - Os caças Impala II mal chegaram a Bolívia e já deixam
sua marca, abatendo, de uma só vez, sete aeronaves de treinamento armado,
Mentor, da Bolívia. |
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| Segundo
oficiais brasileiros ouvidos, os caças ALX, que interceptaram os atacantes
chegaram poucos minutos atrasados, para impedir o ataque, mas estão cançando
os atacantes. |
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Os abates ocorreram em
território boliviano, quando as aeronaves brasileiras interceptaram uma
formação que se dirigia para a fronteira com o Brasil. Aproveitando da maior
velocidade, os caças brasileiros romperam a formação inimiga. |
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| Anúnciada trégua entre os três países! |
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Gazeta
Independente fará retrospectiva |
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| Cedendo as pressões externas, Brasil,
Venezuela e Bolívia acertam trégua |
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Comentários e
conclusões sobre o conflito, a partir da próxima semana |
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| Correspondente Amazonas |
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Da Redação |
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| Manaus |
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Gazeta
independente |
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| 08:00 - Com uma pressão
externa crescendo de forma acelerada sobre os três países, foi acertado uma
trégua. |
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Foram oito horas de combates, cobertos em turnos que, na
maioria das vezes, foi de 30 e de 180 segundos, mas que em tempo ''normal''
levaram dois anos e três meses. |
|
| A União
Européia foi a principal "fomentadora" da trégua, com apoio dos
Estados Unidos e da ONU. A ameaça de sansões, como embargo comercial e o
número de vítimas civis, que aumentaram nos últimos ataques, pesaram muito e
elevaram as críticas ao conflito. |
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A partir da próxima semana
iremos apresentar algumas informações complentares sobre o conflito e algumas
informações que somente as partes possuiam, além de algumas conclusões sobre
essa simulação. |
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| Divulgada a lista completa dos combates |
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| Já havíamos disponibilizado uma lista
parcial, agora a lista completa |
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| Redação |
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| Sede da Gazeta Independente |
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| Encerrados
os combates, divulgamos, abaixo, a lista completa dos combates. Em relação a
lista anteriormente divulgada, agora estamos informando, também, qual o
armamento utilizado. |
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Pode-se verificar que, apesar do
time azul não ter saído da Venezuela, os combates foram parelhos até o final,
nos últimos minutos é que o time vermelho obteve a liderança (quantitativa).
Adiante iremos divulgar mais informações sobre esses combates. |
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