Consulte, aqui, as oito missões já executadas ou em andamento.
Dispostos
a demonstrar sua superioridade, os EUA enviam, para o Golfo Pérsico um
petroleiro, escoltado por duas fragatas. Além disso, eles contavam com
caças F-18 baseados num porta-aviões e um E-3 Sentry. Como
resposta o mundo livre enviou uma equipe para o Iraque. Seria feito um
ataque com aviões Mig-29 armados com mísseis anti-navio de curto alcance e,
também, com 4 lanchas Houdong armadas com mísseis SSM subsônicos. As
nossas lanchas estavam fora do Golfo enquanto que os nossos aviões estavam
em Basra. O resultado é que os BSS destruíram as nossas lanchas que estavam
sem cobertura aérea. Depois os Mig-29 não foram páreos para os F-18. Todos
foram destruídos. Vitória total dos BSS.
Como resposta aos acontecimentos do
Golfo Pérsico e prevendo a resposta da
Rússia, a Otan dispôs de 6 submarinos convencionais no Golfo da Polônia,
sendo um com AIP. A Rússia reagiu com 6 navios (fragatas e corvetas), um
avião ASW Bear e um submarino convencional.
Um por um os submarinos inimigos foram localizados e destruídos.
Sobrando poucos , sendo que alguns
avariados. No final a ONU recriminou a OTAN pela tentativa de bloqueio do
Báltico. Vitória incontestável do RedTeam contra as forças submarinas da
Otan.
Prelúdio do grande combate entre os
defensores da liberdade de pensamento, o RedTeam e os impositores do
domínio econômico: os BSS. Após algumas mudanças, evoluiu para a missão
GIUK. Aqui atingimos a nossa
maturidade nas simulações.
Um combate aeronaval fantástico. No começo as forças vermelhas do
RedTeam teriam ocupado a Islândia e a Noruega. Como era de se esperar a Otan reagiu. Após pouco mais de dois dias
de combate, o Porta-aviões nuclear francês Charles De Gaulle foi afundado junto
com diversos navios e submarinos da Otan. Vários participantes do FX-1 foram colocados à prova e o Flanker foi
superior a todos. Com total domínio do ar e mar, o que sobrou da frota azul o
porta-aviões George Washington e sua escolta, fugiram para o Canadá. Ficou
apenas uma resistência muito sortuda (na nossa opinião) no mar da Noruega. Além da Islândia vermelha, da Noruega vermelha, também tivemos a Escócia Vermelha. A França, capitulou., e também ficou vermelha. Vitória total do Red Team.
A Otan enviou três BG centrados nos porta-aviões Invencible,
Giuseppe Garibaldi e Príncipe de Astúrias para ocupar Fernando de Noronha. O Brasil mobilizou forças disparates. A MB foi com tudo, inclusive
com os porta-aviões São Paulo e Minas Gerais, complementados por caças A-4
que vieram da Argentina. A FAB, por outro lado, poupou os R-99,AMX, ALX e
os F-5. O resultado é que os Harriers com radar Blue Vixen e o míssil de médio alcance AIM-120 foram implacáveis em caçar os nossos A-4,
Xavante e Mirages, sendo que os dois últimos eram armados apenas com
mísseis de curto-alcance e somente o Mirage tinha radar (o Cyrano alcança
apenas 20% do que consegue o Blue Vixen). Só restou ao RedTeam explodir a pista e retirar suas forças contra
um inimigo melhor preparado. Fica uma lição a ser aprendida pelo mudo real.
A atual simulação testa tudo o que deveria ter sido feito em 1982 e
não o foi. Estamos repetindo as condições da época, mas com uma mudança no ponto
que julgamos principal: armamento ar-ar. Entretanto a nossa estratégia foi diferente. Desde
o início dispomos nossas forças aeronavais a oeste das ilhas Malvinas.
Negado o “livre acesso” dos ingleses às ilhas. Além disso, desde o primeiro
dia da retomada das ilhas, utilizamos diversas unidades para aumentar a
pista da BAM (Base Aere Militar) Puerto Argentino. Esse foi sempre um ponto
comentado após a guerra. Mas o fator fundamental, para nós, foi a questão
do míssil ar-ar. Assim, nessa simulação avaliamos o que aconteceria se os
argentinos tivessem um míssil equivalente ao AIM-9L. É inegável o alcance dessas medidas. O melhor
míssil argentino, na época, era o inglês Sea Dart, que aqui aparece
implacável contra os lentos Sea Harrier. Confira algumas imagens e os meios ingleses
atingidos, dessa missão: ENTRE AQUI!
Pela primeira vez o RedTeam e os BSS realizam duas simulações
simultâneas. A pedido do grupo do fórum DefesaBR criamos
uma simulação para estudar a viabilidade do uso do A-7 Corsair II,
modernizado, a bordo do porta-aviões São Paulo. A simulação envolverá o SU-30 Flanker pelo lado Venezuelano e a sua
letalidade contra as forças brasileiras, neste cenário hipotético. Essa missão encerrou após 28 meses de desenvolvimento (oito horas de
combates corridos). Confira algumas imagens dessa missão: ENTRE AQUI!
Simulação mediada pelo Paulo (Melkor) envolve um grande enfrentamento
entre as forças da OTAN e o Brasil. Nessa simulação o Brasil tem suas forças,
principalmente aéreas, reforçadas com unidades de diversos países. Uma
simulação que se passa na área do nordeste brasileiro, onde é preciso impedir
um desembarque da OTAN em Natal – RN. O objetivo é simular o desempenho de
diversos vetores desde mais sofisticados aos mais simples (porém mais
numerosos) frente aos meios da OTAN.
Essa missão está suspensa, após um ano de simulação (três dias de tempo
de combates), com os inimigos estagnados a cerca de 300mn da costa brasileira.
Essa simulação mostrou como é difícil atacar alvos a mais de 400mn de
uma base. Os caças utilizados tinham autonomia, mas qualquer aceleração em
velocidade supersônica acabava o combustível rapidamente.
Fica clara a importância de um porta-aviões, mesmo para a defesa da
costa.
Um impasse diplomático envolve Brasil e Chile. A
situação degenera ao ponto do Chile impor um bloqueio aos navios brasileiros no
Estreito de Drake.
Como resposta, o Brasil impõe um bloqueio aos navios
Chilenos no Atlântico Sul, visando criar um “forcing” diplomático e reabrir o
estreito.
Entretanto, nem o Chile e nem o Brasil querem recuar. Simulação
da Armada Chilena X Marinha do Brasil, ou, se preferirem, Mísseis de longo
alcance X Aviação Embarcada.
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Marcelo Nichele